A Praça

Histórico

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O Mestre e Monitores

O Mestre e Monitores

1. O mestre
Moo Shong Woo, o Mestre Woo, nasceu em Chiayi, Taiwan, no dia 03 de março de 1932. Em março de 1961, Moo Shong Woo resolveu mudar-se para o Brasil. Passou breves períodos em Minas Gerais e em São Paulo até fixar-se, em 1968, em Brasília, onde reside até hoje. Nessa cidade, após algumas dificuldades iniciais, atuou profissionalmente em várias frentes. Lecionou língua japonesa na Sociedade Cultural Nipo-Brasileira e foi o primeiro professor das línguas chinesa e japonesa do Instituto Rio Branco, a academia de diplomatas do Itamaraty. Também ofereceu outra grande contribuição a Brasília ao introduzir na capital a medicina tradicional chinesa. Em 2000, por ocasião das comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil, mestre Woo naturalizou-se brasileiro.

Além de médico e professor de tai chi chuan e outras artes marciais Mestre Woo é monge, poeta e arquiteto.

Os ascendentes do lado paterno praticavam tai chi chuan e outras modalidades de artes marciais. Pelo lado materno, existe uma tradição de prática e estudo da tradicional medicina chinesa. O mestre se familiarizou desde jovem com essas duas tradições. Naquela época, ainda não existiam cursos universitários sobre essas práticas. O conhecimento era transmitido de pai para filho, mantendo-se um certo segredo familiar.

Ainda em Taiwan, que naquela época (aproximadamente 1950) se encontrava sob o domínio do Japão, Moo Shong Woo se formava em Arquitetura e, por exigência da ocupação japonesa, adotava o nome japonês de Mutsuo Matsuga.

Inspirado por seu avô paterno se dedicava mais à medicina e às artes marciais. Foi para os Estados Unidos, onde estudou medicina ocidental numa universidade do Alabama nos anos de 1955 e 1956.

Ao longo de sua carreira médica, recebeu os títulos de conselheiro da Corporação Editorial de Medicina e Acupuntura Chinesa, de reitor honorário da Faculdade e do Instituto de Especialistas Médicos Chineses, bem como de presidente honorário da Associação Geral da União de Médicos Herbalistas Chineses.

Orienta a prática de tai chi chuan no que é a atual Praça da Harmonia Universal desde 1974. No início aparecia sozinho à praça, o que levava os transeuntes a pensarem sobre “o que aquele japonês maluco está fazendo?”, sendo que ele é chinês, não japonês. Pouco a pouco, um ou outro começou a se aproximar dele, por curiosidade, tentando segui-lo. Nesse tempo, Mestre Woo tentou ensinar artes marciais. No entanto, notou que alguns jovens começaram a usar os conhecimentos adquiridos para o mal, para atacar as pessoas. Isso o levou a abandonar essa prática. Atualmente, ele só se dedica ao tai chi como arte terapêutica, ou seja, visando ao bem estar físico e mental. Talvez isso tenha sido a causa do surgimento do nome Praça da Harmonia Universal, bem como para os três palavras que encerram as atividades, que são FRATERNIDADE, SAÚDE E PAZ

 

Árvore genelógica do Mestre Woo:

Condecorações:
a) Láurea Pero Vaz de Caminha, no grau de Comendador, em 15 de novembro de 1989 (Instituto Histórico e Cultural Pero Vaz de Caminha);
b) Insígnia do Mérito Cívico, comemorativa ao Centenário da Proclamação da República;
c) Colar José de Anchieta - Apóstolo do Brasil - 25 de janeiro de 1990
d) Cidadão Honorário de Brasília, em 04 agosto de 2006

Títulos:
a) Advisor of The Chinese Acupuncture Medical Publishing Incorporation (Conselheiro da Corporação Editorial de Medicina e Acupuntura Chinesa);
b) Honorary Dean of The Chinese Medical Speciality College and Institute (Reitor Honorário da Faculdade e do Instituto de Especialistas Médicos Chineses);
c) Honorary President of World Wide Chinese Herbalists Union General Association (Presidente Honorário da Associação Geral da União Mundial de Médicos Herbalistas Chineses).


Indicação:
Indicado ao Prêmio Príncipe de Astúrias (Espanha) pelo trabalho cultural e humano desenvolvido no âmbito internacional.

Fundador e mentor
a) Associação Cultural Brasil-China – ACBC, idealizada em 1985, constituída em 08.10.1988,
b) Instituto Internacional de Being Tao, ou International Institute of Being Tao (IIBT), com ramificações no Brasil, Japão e San Marino.



2. Os Monitores

a) Os primeiros discípulos do mestre Woo foram: Mestre Dada Inocalla, Padre João Manoel Lima Mira, Francisco de Assis Bispo, Carlos Alberto Barreto, Gustavo Volker Luedemann, Paulo Trindade. Alguns partiram, outros continuaram, outros, enfim, criaram suas próprias academias.

No momento atuam constante ou esporadicamente os seguintes monitores (para se ver um perfil de cada um, clicar no nome):


Alexandre Rui Baralho Bianco
Ana Maria Mesquita
Antônio Pereira dos Santos Filho
Aristein Woo (filho do Mestre Woo)
Carlos Barreto
Cleiton Aires Aguiar
Clésia Silva Reis

Edimilson Torres de Oliveira Junior
Edivaldo Ximenes Ferreira Filho
Elisabete Alves Vieira
Anésio Luciano de Oliveira
Francisco Bispo de Assis
Hildo Honório do Couto
Guilherme Martins do Nascimento
Gustavo Luedemann
Igor Sidharta Boechat
Lívia Gomes da Silva
Marcus Evandro E. de B. Santos
Maria Maia
Reginaldo da Mota
Sérgio Agido
Siegfried Elsner
Teresinha Pereira


Entre os monitores que já não atuam, contam-se: Wang Lin, Tércio Caldas, Melchior, Alfredo, Romualdo Goulart etc.

No contexto da Praça da Harmonia Universal, há pessoas que, embora não dirijam as práticas, têm um papel importante. Entre elas poderíamos citar: Wanderliro Barbará (autor do Hino da ABT), Helmut Egewarth, Maria Eutenir C. Braga, Maria Lúcia Campos etc.

Além disso, temos aqueles que, embora não participem diariamente das atividades diárias da PHU, são constantes colaboradores, como é o caso de José Mílton, Salti, Dra. Valquíria, Shizue Naka, Wang Po, Dada Inocalla etc.